Araguari espera pela construção de 03 usinas hidroelétricas, fábrica de cimento, unidades de saúde etc.
Em Araguari existem vários grandes empreendimentos públicos e privados à espera de licenças ambientais e sanitárias para início de implantação, cujos respectivos processos se arrastam nos órgãos federais e estaduais responsáveis. Na própria Administração Municipal encontram-se dificuldades de obtenção de simples alvarás de construção, que, por vezes, demoram meses para serem expedidos.
Em Araguari existem vários grandes empreendimentos públicos e privados à espera de licenças ambientais e sanitárias para início de implantação, cujos respectivos processos se arrastam nos órgãos federais e estaduais responsáveis. Na própria Administração Municipal encontram-se dificuldades de obtenção de simples alvarás de construção, que, por vezes, demoram meses para serem expedidos.
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| Foto ilustrativa de uma PCH |
As licenças ambientais para construção de usinas hidroelétricas demoram 03 ou mais anos para serem concedidas pelo Governo Federal. A Construtora Andrade Gutierrez trabalha para obter licença ambiental para construir 03 PCH’s (Pequena Central Hidroelétrica) no Rio Jordão, no Município de Araguari, mas ainda não conseguiu vencer a burocracia federal.
A multinacional francesa Lafarge vem tentando obter licença ambiental para construir uma fábrica de cimento na região da Bocaina, Distrito de Amanhece, em Araguari, mas, da mesma forma, esbarra na morosidade dos órgãos responsáveis pela emissão das licenças ambientais.
A Vigilância Sanitária Estadual, em geral, demora mais de 06 seis meses para aprovar projetos na área de saúde, sejam de origem privada ou pública. Em Araguari, cidade com 115 mil habitantes, com vasta área de influência na região, não existe representação, quanto menos órgão técnico da Vigilância Sanitária Estadual, com todos dependendo da unidade do órgão em Uberlândia, que acumula os trabalhos de toda a região.
Para piorar, alguns destes órgãos de controle ambiental e sanitário exageram no rigor ao examinar projetos, sem colaborar de forma mais efetiva na orientação aos técnicos das prefeituras e empresas privadas interessadas na aprovação de projetos, além de demorar por demais.
Existem órgãos das esferas superiores de governo que terceirizam o acompanhamento de projetos (como a Caixa Econômica Federal), com estes prestadores de serviços passando a ter interesse na repetição de diligências, vistorias, inspeções etc., pois geram mais serviços, com mais remuneração.
A multinacional francesa Lafarge vem tentando obter licença ambiental para construir uma fábrica de cimento na região da Bocaina, Distrito de Amanhece, em Araguari, mas, da mesma forma, esbarra na morosidade dos órgãos responsáveis pela emissão das licenças ambientais.
A Vigilância Sanitária Estadual, em geral, demora mais de 06 seis meses para aprovar projetos na área de saúde, sejam de origem privada ou pública. Em Araguari, cidade com 115 mil habitantes, com vasta área de influência na região, não existe representação, quanto menos órgão técnico da Vigilância Sanitária Estadual, com todos dependendo da unidade do órgão em Uberlândia, que acumula os trabalhos de toda a região.
Para piorar, alguns destes órgãos de controle ambiental e sanitário exageram no rigor ao examinar projetos, sem colaborar de forma mais efetiva na orientação aos técnicos das prefeituras e empresas privadas interessadas na aprovação de projetos, além de demorar por demais.
Existem órgãos das esferas superiores de governo que terceirizam o acompanhamento de projetos (como a Caixa Econômica Federal), com estes prestadores de serviços passando a ter interesse na repetição de diligências, vistorias, inspeções etc., pois geram mais serviços, com mais remuneração.

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