Ah! Que saudade me dá...
Do bate papo sentado num banco de uma praça a qualquer hora do dia ou da noite sem temer de ser assaltado.
De andar por aí a pé sem destino sem medo de tomar um tiro dado por um desajustado qualquer.
De ligar o rádio e escutar uma música que em nada lembre essa coisa dita sertanejo “universitário”.
De ligar a televisão para assistir nos canais aberto um J. Silvestre ou Flávio Cavalcante levando cultura de maneira brilhante.
De fazer uma visita na casa de um velho amigo para jogar conversa fora e tomar um cafezinho feito na hora.
De telefonar para um parente distante e conversar sobre a vida, sobre o tempo, saber da criançada e tudo mais.
De ir num restaurante tranquilo com música de fundo percebida por sua leveza e não por sua imposição feita pelo volume do som de má qualidade.
De escrever uma carta e ter o prazer de colocar um selo e enviá-la para um velho e querido mestre.
De dar valor a quem realmente merece e dar ouvidos aos mais experientes e nunca se deslumbrar com novas e fantasiosas crendices.
De quando se dava sua palavra bastava, de acreditar nas pessoas quando estas lhe prometia algo, de dar um bom dia e recebê-lo de volta, de perceber gentilezas que eram corriqueiras e hoje são exceções.
De ver pessoas trabalhando e fazendo isto com amor enaltecendo sempre este, pois é dele que sai sua sobrevivência.
De ver brasileiros levantando a bandeira, não só a cada quatro anos, estampando-a e dizendo que aqui é muito bom, pois sabemos respeitar e perpetuar a memória daquilo e daqueles que jamais devam ser esquecidos.
De saber que não se quer aprender mais, pois a prepotência generalizou-se.
De sentir saudade, pois por falta de tempo não se sente mais.
William Gebrim Júnior, médico desde dezembro de 1975 e desde abril de 1975 - professor e radialista.
Do bate papo sentado num banco de uma praça a qualquer hora do dia ou da noite sem temer de ser assaltado.
De andar por aí a pé sem destino sem medo de tomar um tiro dado por um desajustado qualquer.
De ligar o rádio e escutar uma música que em nada lembre essa coisa dita sertanejo “universitário”.
De ligar a televisão para assistir nos canais aberto um J. Silvestre ou Flávio Cavalcante levando cultura de maneira brilhante.
De fazer uma visita na casa de um velho amigo para jogar conversa fora e tomar um cafezinho feito na hora.
De telefonar para um parente distante e conversar sobre a vida, sobre o tempo, saber da criançada e tudo mais.
De ir num restaurante tranquilo com música de fundo percebida por sua leveza e não por sua imposição feita pelo volume do som de má qualidade.
De escrever uma carta e ter o prazer de colocar um selo e enviá-la para um velho e querido mestre.
De dar valor a quem realmente merece e dar ouvidos aos mais experientes e nunca se deslumbrar com novas e fantasiosas crendices.
De quando se dava sua palavra bastava, de acreditar nas pessoas quando estas lhe prometia algo, de dar um bom dia e recebê-lo de volta, de perceber gentilezas que eram corriqueiras e hoje são exceções.
De ver pessoas trabalhando e fazendo isto com amor enaltecendo sempre este, pois é dele que sai sua sobrevivência.
De ver brasileiros levantando a bandeira, não só a cada quatro anos, estampando-a e dizendo que aqui é muito bom, pois sabemos respeitar e perpetuar a memória daquilo e daqueles que jamais devam ser esquecidos.
De saber que não se quer aprender mais, pois a prepotência generalizou-se.
De sentir saudade, pois por falta de tempo não se sente mais.
William Gebrim Júnior, médico desde dezembro de 1975 e desde abril de 1975 - professor e radialista.

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