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| Ladrões retiraram toda a fiação da rede de energia elétrica que foi implantada no ano de 1991. Foto: Jornal Correio |
Abriram-se ruas, instalou-se rede de iluminação pública e outros equipamentos urbanos, mas construção de conjunto habitacional foi abandonada após liberação de recursos pelo Governo Federal
O Município de Araguari não dispõe de áreas urbanas para implantação de órgãos públicos, entidades comunitárias e empresas, enquanto terreno de grande dimensão, localizado à direita da estrada de acesso ao Presídio de Araguari – sentido saída da cidade –, encontra-se ocioso, após ter sido destinado para a construção de conjunto habitacional, cujas obras foram interrompidas após a liberação de recursos pelo Governo Federal, com o caso indo parar na Justiça Federal, onde aguarda solução por mais de 26 anos.
Iniciaram-se a obras de construção do conjunto habitacional, com a abertura de ruas, implantação de rede de iluminação pública e outros equipamentos urbanos, mas a edificação das casas não foi adiante devido ao desvio ilícito dos respectivos recursos. Os postes da rede de iluminação pública ainda se encontram no local, mas a fiação da rede elétrica foi furtada, nunca sendo identificados os autores do crime.
O caso ainda aguarda julgamento na Justiça Federal, mas ainda não foi julgado. A empresa responsável pela obra, acusada de desvio dos recursos, nem sequer existe mais, mas o processo ainda tramita na Justiça, o que impede o uso do terreno, que está vinculado à eventual restituição aos cofres públicos dos recursos desviados.
O Presídio de Araguari precisa de terreno para ampliação, mas a Prefeitura não tem como doar novas áreas no local, tendo se esgotado o estoque de terrenos da Prefeitura na região com a doação de área para a construção da sede da Escola Padre Alberto Arns, que alfabetiza presidiários, a qual funciona atualmente dentro do Presídio.
O Município de Araguari não dispõe de áreas urbanas para implantação de órgãos públicos, entidades comunitárias e empresas, enquanto terreno de grande dimensão, localizado à direita da estrada de acesso ao Presídio de Araguari – sentido saída da cidade –, encontra-se ocioso, após ter sido destinado para a construção de conjunto habitacional, cujas obras foram interrompidas após a liberação de recursos pelo Governo Federal, com o caso indo parar na Justiça Federal, onde aguarda solução por mais de 26 anos.
Iniciaram-se a obras de construção do conjunto habitacional, com a abertura de ruas, implantação de rede de iluminação pública e outros equipamentos urbanos, mas a edificação das casas não foi adiante devido ao desvio ilícito dos respectivos recursos. Os postes da rede de iluminação pública ainda se encontram no local, mas a fiação da rede elétrica foi furtada, nunca sendo identificados os autores do crime.
O caso ainda aguarda julgamento na Justiça Federal, mas ainda não foi julgado. A empresa responsável pela obra, acusada de desvio dos recursos, nem sequer existe mais, mas o processo ainda tramita na Justiça, o que impede o uso do terreno, que está vinculado à eventual restituição aos cofres públicos dos recursos desviados.
O Presídio de Araguari precisa de terreno para ampliação, mas a Prefeitura não tem como doar novas áreas no local, tendo se esgotado o estoque de terrenos da Prefeitura na região com a doação de área para a construção da sede da Escola Padre Alberto Arns, que alfabetiza presidiários, a qual funciona atualmente dentro do Presídio.

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