Preocupar por quê?
Seria pré ocupar com algo que ocorreu, ocorre ou ocorrerá no dia a dia ou com alguém perto ou distante ou com uma situação inesperada ou apenas por um ato de reflexão interna?
Preocupar-se por um motivo justo? Mas o que seria justo aquele que nos incomoda ou aquele que nos fará mais próximo de um ideal almejado?
Por vezes nos preocupamos com coisas que nos parecem muito grandes, impossíveis, mas que no frigir dos ovos são miúdas e de fácil resolução.
Mas como nos parecem imensas, por quê? Simples, somos imediatistas e queremos tudo pra já.
A emoção fica acima da razão e aí encontramos um desconhecido que nos leva a mil elucubrações que fatalmente nos deixam inseguros, com um medo inquietante e com isso o sono vai embora dando lugar a uma insônia apavorante com pensamentos monstruosamente irreais.
Como inúmeras vezes sofremos por nada!
Haveria alguma fórmula, conduta, ou maneira de não se preocupar, o que fazer afinal?
Primeiro acredite em você, depois identifique o âmago da questão, e pense firmemente que sempre haverá uma fórmula para abrir nossa mente com uma ajuda maior, uma força divina, e sempre haveremos de pensar que esta inquietação tem um tempo limitado e que “é melhor tentar e falhar, que preocupar-se e ver a vida passar; é melhor tentar, ainda que em vão que sentar-se, fazendo nada até o final; eu prefiro na chuva caminhar, que em dias frios em casa me esconder; prefiro ser feliz embora louco, que em conformidade viver”, palavras de Martin Luther King (Nascimento: 15 de janeiro de 1929, Atlanta, Geórgia, EUA e assassinado em: 4 de abril de 1968, Memphis, Tennessee, EUA). Mas, pense nisso mesmo!
(*) William Gebrim Júnior, Médico desde 1975, professor e radialista desde abril de 1970.
Seria pré ocupar com algo que ocorreu, ocorre ou ocorrerá no dia a dia ou com alguém perto ou distante ou com uma situação inesperada ou apenas por um ato de reflexão interna?
Preocupar-se por um motivo justo? Mas o que seria justo aquele que nos incomoda ou aquele que nos fará mais próximo de um ideal almejado?
Por vezes nos preocupamos com coisas que nos parecem muito grandes, impossíveis, mas que no frigir dos ovos são miúdas e de fácil resolução.
Mas como nos parecem imensas, por quê? Simples, somos imediatistas e queremos tudo pra já.
A emoção fica acima da razão e aí encontramos um desconhecido que nos leva a mil elucubrações que fatalmente nos deixam inseguros, com um medo inquietante e com isso o sono vai embora dando lugar a uma insônia apavorante com pensamentos monstruosamente irreais.
Como inúmeras vezes sofremos por nada!
Haveria alguma fórmula, conduta, ou maneira de não se preocupar, o que fazer afinal?
Primeiro acredite em você, depois identifique o âmago da questão, e pense firmemente que sempre haverá uma fórmula para abrir nossa mente com uma ajuda maior, uma força divina, e sempre haveremos de pensar que esta inquietação tem um tempo limitado e que “é melhor tentar e falhar, que preocupar-se e ver a vida passar; é melhor tentar, ainda que em vão que sentar-se, fazendo nada até o final; eu prefiro na chuva caminhar, que em dias frios em casa me esconder; prefiro ser feliz embora louco, que em conformidade viver”, palavras de Martin Luther King (Nascimento: 15 de janeiro de 1929, Atlanta, Geórgia, EUA e assassinado em: 4 de abril de 1968, Memphis, Tennessee, EUA). Mas, pense nisso mesmo!
(*) William Gebrim Júnior, Médico desde 1975, professor e radialista desde abril de 1970.

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