Comarca de primeira entrância: Araguari deverá amargar demorada espera

PRIMEIRA  ENTRÂNCIA
O TJMG (Tribunal de Justiça de Minas Gerais) somente eleva à primeira entrância as comarcas com mais de 130 mil habitantes. Araguari tem pouco mais de 115 mil, devendo amargar demorada espera para chegar a 130 mil.

COMARCA  DE  ARAGUARI
Araguari ultrapassou os 100 mil habitantes na virada do milênio, revelando, a seguir, crescimento médio pouco superior a mil habitantes por ano. Neste ritmo, ainda que acelere seu crescimento, a cidade vai demorar mais de 10 anos para chegar a 130 mil habitantes.

CARREIRA
Por lei, somente os juízes das comarcas de primeira entrância podem chegar ao cargo de desembargadores, o que os leva a buscar promoção para comarcas de primeira entrância, como forma de progredir na carreira.

SEM  JUÍZES
Em geral, as comarcas de segunda entrância são preteridas pelos juízes que se candidatam a remoção de comarca, às vezes ficando longo tempo sem juízes, que, em defesa de seus mais legítimos interesses lutam para serem transferidos para comarcas de primeira entrância.

PROJETO  DE  LEI
Tramita projeto de lei na Assembleia Legislativa que deverá reduzir o número de habitantes para que uma comarca seja elevada à categoria de primeira entrância. Sendo aprovado, Araguari poderá passar a comarca de primeira entrância. Mas parece esquecido pelos deputados: não entra na pauta de votação.

POLÍTICA
Autoridades do governo local precisam fazer gestões políticas em favor da aprovação do projeto de lei que reduz o número mínimo de habitantes para elevar as comarcas à categoria de primeira entrância. De preferência em conjunto com lideranças de outras comarcas interessadas na mudança da lei. As comarcas de primeira entrância têm mais benefícios que as de segunda, resultando no fortalecimento institucional dos respectivos municípios sedes. 

ARACRED
A Aracred vai abrir uma agência no Bairro Goiás, em Araguari. Para tanto já iniciou a construção de prédio próprio, na Av. Senador Melo Viana, na esquina com a Rua Borba Gato.

PREÇO  DA  GASOLINA
Um litro de gasolina em Uberlândia custa, em média, 30 centavos menos que em Araguari. Lá os preços variam de R$ 2,76 a R$ 2,89. Aqui passam de 03 reais, variando de R$ 3.06 a R$ 3,15. Vista a escala de consumo, representa uma sangria nos bolsos dos consumidores locais.

ASFALTO  EM  AMANHECE
As vias públicas urbanas do Distrito de Amanhece que ainda têm pista de terra serão asfaltadas pela Prefeitura, sem custo para os moradores. Serão utilizados recursos do empréstimo de 05 milhões de reais contratado com o BDMG, via Projeto Somma. O restante dos recursos será aplicado no asfaltamento de vias sem pavimentação na cidade de Araguari.

ASFALTO  NO  VIENO
Do outro empréstimo de recursos do Projeto Somma contratado pela Prefeitura, 08 milhões serão destinados ao asfaltamento das vias de terra restantes no Bairro Vieno. A sobra de recursos vai para asfaltamento em bairros diversos de Araguari.

13  MILHÕES  DE  REAIS
Araguari tem pela frente obras de pavimentação urbana no valor de 13 milhões de reais (oriundos do Projeto Somma). Feitas cotações de preços, constatou-se que os preços do 11º. Batalhão de Engenharia de Construção são menores, com larga margem, que das empreiteiras privadas.

BENEFÍCIOS
Além de preços menores, o Batalhão Mauá traz diversos outros benefícios, como melhor qualidade na execução das obras, utilização de mão de obra local e dispensa de processos licitatórios (contratos entre órgãos públicos são dispensados de licitação), que não raro sofre recursos administrativos, muitas vezes descambando para intermináveis demandas judiciais, com atrasos nas obras etc.

ENTREVISTAS
Um repórter da Rede Band de televisão do programa de nome genéricos, entrevistou diversos vereadores de Araguari, além do Ex-Prefeito Marcos Alvim. O dito repórter sempre faz perguntas surpresas dificultando as respostas de seus entrevistados, que acabam se saindo mal nas entrevistas. Em Araguari não foi diferente, expondo ao ridículo vários dos entrevistados.

“FALEM MAL,  MAS  FALEM  DE  MIM”
Estas entrevistas – que entre outros, vitimaram políticos locais – sempre vão ao ar pela televisão, além de caírem nas redes sociais da internet, com os entrevistados virando alvo de chacotas. Melhor seria se negarem às entrevistas, para não ficarem mal na fita. Mas as lentes das câmeras sempre atraem os políticos, que gostam de aparecer.

DEMOLIÇÃO  EMBARGADA
Denúncia de um popular levou o Ministério Público Estadual a requerer judicialmente o embargo da demolição do prédio situado na esquina da Rua Dr. Afrânio com Rua Quinca Mariano. O caso ainda não chegou a solução definitiva. O proprietário continua proibido de continuar da demolição.

FOGO
Após o embargo da demolição o prédio sofreu ataque com fogo, que destruiu parte do mesmo. A Justiça em Araguari determinou ao proprietário que instalasse tapumes para proteção do restante do prédio. Houve recurso ao Tribunal em Belo Horizonte, que reformou a decisão, isentando o proprietário de proteger os escombros que ainda restam do prédio, sob o fundamento de que o mesmo não é tombado, portanto, livre o proprietário de preservá-lo.

CENTRO  COMERCIAL
O empresário dono do prédio com demolição embargada garante que se não houvesse o embargo à demolição já teria construído um centro comercial no local, que estaria gerando renda, receita pública e empregos, além de contribuir para avanço na revitalização da Rua Dr. Afrânio.

LOJA  DE  DEPARTAMENTOS
Consta haver compromisso prévio para instalação de uma loja de departamentos de uma grande rede no prédio comercial a ser construído no local. O caso envolve importantes instituições, como o Conselho Municipal de Defesa do Patrimônio Histórico, o Ministério Público e o Poder Judiciário contra o direito de propriedade. O progresso requer agilidade.

CAIXA  SEM  DINHEIRO
Os terminais de autoatendimento da CEF (Caixa Econômica Federal), da Agência de Araguari, ficaram sem dinheiro neste domingo, 08, e na segunda de manhã. Clientes que acreditaram no serviço ficaram sem dinheiro.  Além da falta de dinheiro, muitos terminais apresentavam avisos de que estavam em manutenção, impossibilitando a realização de certos serviços.

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