Um dia, lá pelos meus oito anos, eu acordei e ao lado da minha cama tinha um uniforme completo do Palmeiras.
Meu pai palmeirense de quatro costados queria que seu filho mais velho o seguisse nessa paixão.
Confesso que fiquei muito feliz e o exibi para a meninada lá da Aclimação muitas e muitas vezes.
Mas um dia, ah sempre tem esse dia, eu vendo um jogo de futebol entre Corinthians e Juventus realizado no bairro da Mooca, mais precisamente na Rua Javari, eu me encantei literalmente com a atuação do goleiro, Gylmar dos Santos Neves (1930-2013 – bicampeão mundial sendo titular das copas de 58 e 62), e aí não deu outra daquele dia em diante me tornei corintiano. Aliás, meu ídolo no mundo no futebol é o Gylmar.
Muitos anos se passaram e essa paixão (defeito?) não se modificou continuo sofrendo e vibrando com esse “curintia”.
Aproveitando essa lembrança explicativa cito mais uma, ou seja, o porquê do nome “sempre fomos companheiros” do meu programa de rádio que completei esse ano 44 anos de sua criação.
Rádio sempre foi meu companheiro e sempre ligo o rádio (de pilhas) quando vou me deitar e às vezes, para não incomodar, o coloco embaixo do travesseiro, pois detesto fones de ouvido.
No início as AM deliciosamente ouvidas com seus chiados e tudo mais; as ondas curtas maravilhosas, que naquele tempo nos colocava em contato com o mundo, apesar de toda oscilação que acontecia frequentemente e hoje as FM estão aí e sinceramente muito poucas têm qualidade em sua programação.
Mas enfim, passando por uma loja de discos na Av. São João, não muito longe da esquina com a Av. Ipiranga, escutei a música “siempre fuimos compañeros” de um argentino de nome artístico Donald e daí então veio o nome do programa. Aproveito então para fazer um pouco de “marketing”: hoje apresento das oito ao meio dia, todos os domingos, na Mais FM-93,5 na nossa Araguari e pela rede mundial via internet deste mundo imprevisível através do site da rádio ou do www.semprefomoscompanheiros.com. br.
E assim acontecem certas realidades verdadeiras em nossas vidas e que por vezes necessitamos trazê-las à tona.
* William Gebrim Júnior, médico desde dezembro de 1975 e desde abril de 1970 - professor e radialista.
Meu pai palmeirense de quatro costados queria que seu filho mais velho o seguisse nessa paixão.
Confesso que fiquei muito feliz e o exibi para a meninada lá da Aclimação muitas e muitas vezes.
Mas um dia, ah sempre tem esse dia, eu vendo um jogo de futebol entre Corinthians e Juventus realizado no bairro da Mooca, mais precisamente na Rua Javari, eu me encantei literalmente com a atuação do goleiro, Gylmar dos Santos Neves (1930-2013 – bicampeão mundial sendo titular das copas de 58 e 62), e aí não deu outra daquele dia em diante me tornei corintiano. Aliás, meu ídolo no mundo no futebol é o Gylmar.
Muitos anos se passaram e essa paixão (defeito?) não se modificou continuo sofrendo e vibrando com esse “curintia”.
Aproveitando essa lembrança explicativa cito mais uma, ou seja, o porquê do nome “sempre fomos companheiros” do meu programa de rádio que completei esse ano 44 anos de sua criação.
Rádio sempre foi meu companheiro e sempre ligo o rádio (de pilhas) quando vou me deitar e às vezes, para não incomodar, o coloco embaixo do travesseiro, pois detesto fones de ouvido.
No início as AM deliciosamente ouvidas com seus chiados e tudo mais; as ondas curtas maravilhosas, que naquele tempo nos colocava em contato com o mundo, apesar de toda oscilação que acontecia frequentemente e hoje as FM estão aí e sinceramente muito poucas têm qualidade em sua programação.
Mas enfim, passando por uma loja de discos na Av. São João, não muito longe da esquina com a Av. Ipiranga, escutei a música “siempre fuimos compañeros” de um argentino de nome artístico Donald e daí então veio o nome do programa. Aproveito então para fazer um pouco de “marketing”: hoje apresento das oito ao meio dia, todos os domingos, na Mais FM-93,5 na nossa Araguari e pela rede mundial via internet deste mundo imprevisível através do site da rádio ou do www.semprefomoscompanheiros.com. br.
E assim acontecem certas realidades verdadeiras em nossas vidas e que por vezes necessitamos trazê-las à tona.
* William Gebrim Júnior, médico desde dezembro de 1975 e desde abril de 1970 - professor e radialista.

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